lunes, 24 de junio de 2024

Aportes al mundo de las campanas, publicaciones y eventos en la investigación del tema desde nuestras limítrofes áreas portuguesas hermanas

 

Materiales recogidos del Fb de Rodrigo Teodoro De Paula 

Mujeres fundidoras reproducidas en

El creador de campanas - dibujo de acuarela y tinta manuscrito firmado por Jan van Grevenbroeck (o Giovanni Grevembroch (Grevenbroch) (1731-1807), S.XVIII Venecia. Museo Correr.

Imagen e información gentileza: https://www.facebook.com/rodrigoteodoro/posts/pfbid02p9Ly2bPPMxY5N9WPuFBYWVVG8ELwV1aowZNSFBjYxZGVkt9wQokiwdYxauYVdwfWl?locale=es_ES






Património sineiro em destaque em encontro promovido pela Fundação Bracara Augusta

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Património sineiro em destaque em encontro promovido pela Fundação Bracara Augusta

Fotografia DR
Publicado em 18 de junho de 2024, às 19:34

Próximo “Encontros com o património” é no dia 6 de julho
"Tradições e práticas sineiras antigas e atuais. Conservação, preservação e salvagurda do património material e imaterial” é o tema do próximo “Encontros com o Património”, uma iniciativa da Fundação Bracara Augusta que se realiza no dia 6 de julho.

Organizado em parceria com o Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, a Confraria do Bom Jesus do Monte e a ASPA e com o apoio do Município de Braga, o encontro tem lugar no Hotel do Parque, no santuário do Bom Jesus, a partir das 15h00, e conta com os contributos de Elisa Lessa, professora da Universidade do Minho, responsável por uma intervenção sobre os sinos do santuário do Bom Jesus do Monte, com contextualização histórica, e Rodrigo Teodoro de Paula, do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical  da Universidade de Évora, que irá refletir sobre o património sineiro em Portugal e a experiência recente em Évora. A esta mesa e ao debate associa-se João Dias, da Universidade do Minho, e Carlos Jerónimo, da empresa Fundição de Sinos de Braga. 

Na sessão de abertura participam o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte, o cónego Mário Martins, e o presidente da Fundação Bracara Augusta,  Miguel Bandeira.

Com esta iniciativa a Fundação Bracara Augusta pretende suscitar a reflexão, a divulgação e o debate sobre o património cultural do município de Braga e as suas diversas implicações, aproximando a investigação e a produção de conhecimento.

Esta edição dos “Encontros com o Património” integra o programa das celebrações do quinto aniversário da inscrição do Bom Jesus na Lista do Património Mundial daUNESCO e o nono aniversário da elevação a Basílica Menor. 

A Fundação Bracara Augusta associa-se, assim, à Confraria do Bom Jesus do Monte numa «data memorável para o património bracarense».

Numa nota de imprensa, refere que as torres sineiras e os sinos do Bom Jesus «foram e continuam a ser marca identitária da paisagem sonora do Sacro – Monte».  «Manter viva a tradição do toque manual, como acontece com os sinos da torre sul da basílica que conservam o toque manual, é valorizar o impacto que os sinos tiveram, historicamente, na paisagem sonora e etnográfica. Num diálogo entre a natureza e a mão do homem, perdura o traço estético sonoro que integra o seu património e que constitui um elemento relevante da sua herança cultural. Os sinos são também um importante elemento cultural e patrimonial de Braga e que muito importa valorizar e, em partilha com várias entidades, o salvaguardar», acrescenta.d

O encontro, que é de entrada gratuita, mediante inscrição prévia através do e-mail fba@cm-braga.pt, termina com um evento musical e uma visita à torre sineira do Bom Jesus.







viernes, 10 de mayo de 2024

Evento anual de la tradición dulzainera: en Boñar (León, España), con icónica imagen de campana: "el maragato en la torre".

 Para el evento anual de concentración de intérpretes, amantes y amitos de este aerófono,  IX Encuentro de Dulzaineros de León, en esta ocasión los organizadores -vinculados directamente a la asociación "la brusenda", que cada año hace posible el ya mítico y referencial "Encuentro de música de tradicion de Felechas"-, muy acertadamente en mi opinión, incorporan en el cartel anunciador una icónica imagen local del ámbito de la campana: "el maragato en la torre". 

Este querido autómata de la campana de reloj -hoy ya copia del original-, constituye un característico e identitario icono de la población del Porma.  Desde el chapitel que remata la cubierta de su torre parroquial y que junto a ella recoge el escudo local, ha enraizado durante muchas décadas de modo hondo en la localidad. Así, también como muestra de ello, hasta aparece inmortalizado en el popular y conocidísimo texto de la referencial "jota de Boñar". Por cierto, pieza característica del repertorio leonés del aerófono protagonista del encuentro

estrofa: 

"que no las tiene León,

dos cosas tiene Boñar,

que no las tiene León,

"el maragato" en la torre

y, en la plaza, "el negrillón"

"el maragato" en la torre

y, en la plaza, "el negrillón"

A través de su figura como ciudadano de honor, Boñar da la bienvenida este año a todos los asistentes. que no tendría mal complemento con un buen repiquete o volteo de campanas inicial 

Transcripción tomada del Cancionero Leonés de Miguel Manzano y Ángel Barja



Curioso lema asociativo para la promoción de delicias gastronómicas de la montaña leonesa, con implicación y puesta en valor del mundo de la campana.

Una plausible  incorporación al anagrama de nuestras características espadañas.
  Puesta en valor patrimonial inmaterial conjunta

Tal vez no estaría mal que, si nos permiten como propuesta, sugiriéramos desde plataformas como ésta de promoción y puesta en valor de estos idiófonos, tan arraigados en occidente, que, cada acto de esta nueva  asociación a la que deseamos larga vida, exquisita y "nutritiva actividad", pudiera implicar para solemnizar el vínculo a la tradición y su estupenda iniciativa nominal una convocatoria pública precisamente a realizar desde la espadaña de cada lugar de celebración. 

En similitua a como manda la tradición concejil para otras funciones consuetudinarias leonesas:

"a son de campana tañida o arrepicada", 
Es decir, integradas también con mayúsculas: la campana, la espadaña o la torre, en estas ocasiones a través de un particular protocolo previo. 

¡Enhorabuena a la cofradía por esta iniciativa!